Bula simplificada
Bula de Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado
Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.
Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado — Dose diária para adultos de ciprofloxacino (mg) via oral Infecções do trato respiratório (dependendo da gravidade e do microrganismo) 2 x 250mg a 500mg Infecções do trato urinário: Aguda, não complicada 1 a 2 x 250mg Cistite em mulheres (antes da menopausa) dose única 250mg Compl…
Bula oficial em PDF · Paciente
Documento registrado na Anvisa para cloridrato de ciprofloxacino
Para que serve Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
Dose diária para adultos de
ciprofloxacino (mg) via oral
Infecções do trato respiratório (dependendo da gravidade
e do microrganismo)
2 x 250mg a 500mg
Infecções do trato urinário:
Aguda, não complicada 1 a 2 x 250mg
Cistite em mulheres
(antes da menopausa)
dose única 250mg
Complicada 2 x 250mg a 500mg
Gonorreia:
Extragenital dose única 250mg
Aguda, não complicada dose única 250mg
Diarreia 1 a 2 x 500mg
Outras infecções (vide indicações) 2 x 500mg
Infecções graves, com risco
para a vida:
Principalmente quando
causadas por Pseudomonas,
Staphylococcus ou
Streptococcus
Pneumonia
estreptocócica
2 x 750mg
Infecções recorrentes em
fibrose cística
Infecções ósseas e das
articulações
Septicemia
Peritonite
Crianças e adolescentes
A dose oral recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes (idade
entre 5 e 17 anos) com mucoviscidose é 20mg de ciprofloxacino/Kg de peso corpóreo 2 x por dia
(máximo 1.500mg de ciprofloxacino/dia).
Antraz:
Adultos: 500mg de ciprofloxacino duas vezes por dia.
Crianças: 15mg de ciprofloxacino/Kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para
crianças não deve exceder 500mg (dose máxima diária: 1.000mg).
O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos
patógenos de antraz.
Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com
ciprofloxacino solução para infusão para terapia intravenosa.
Informações adicionais para populações especiais
Pacientes idosos: Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da
doença e com a sua função renal.
Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado
Adultos:
1-Recomendam-se as seguintes doses para a disfunção renal moderada ou grave:
Depuração de creatinina entre 30 e 60mL/min (creatinina sérica entre 1,4 e 1,9mg/100mL), a
dose máxima para administração oral é de 1.000mg de ciprofloxacino por dia.
Depuração de creatinina inferior a 30mL/min (creatinina sérica igual ou superior a 2mg/100mL),
a dose máxima para administração oral é de 500mg de ciprofloxacino por dia.
2-Disfunção renal e sob hemodiálise é a mesma dose após cada sessão de diálise que os pacientes
com disfunção renal moderada ou grave (veja: item 1).
3-Disfunção renal e em diálise peritoneal ambulatorial contínua (DPAC): administração de
500mg de ciprofloxacino oral (ou 2 x 250mg).
4-Não é preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do fígado.
5-Em caso de mau funcionamento do fígado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para
disfunção renal (veja item 1). Pode ser necessário monitorar a concentração de ciprofloxacino no
sangue.
Crianças e adolescentes: Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática
alteradas não foram estudadas.
COMO USAR
Não altere a dose nem a duração do tratamento indicados por seu médico. Os comprimidos
devem ser ingeridos inteiros, com líquido. Não é preciso tomar o comprimido junto com as
refeições. Tomar os comprimidos com estômago vazio acelera a absorção. O cloridrato de
ciprofloxacino não deve ser tomado com laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por
exemplo, leite, iogurte ou suco de laranja enriquecido com cálcio). No entanto, a absorção não é
afetada significativamente por refeições que contenham cálcio. Se estiver tomando também
medicamentos ou suplementos contendo minerais como o cálcio, magnésio, alumínio assim como
certos tipos de antiácidos usados para tratamento de indigestão, cloridrato de ciprofloxacino
deverá ser tomado 1 a 2 horas antes ou pelo menos 4 horas depois desses produtos. Se o paciente
não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com ciprofloxacino
injetável para terapia intravenosa.
Duração do tratamento: A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso
clínico e bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias
após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.
Em geral, a duração média do tratamento é:
-Adultos
-1 dia para gonorreia e cistite agudas não complicadas;
-até 7 dias para infecções dos rins, trato urinário e cavidade abdominal;
-em pacientes com baixa resistência (sistema imunológico comprometido), o tratamento deve
prosseguir enquanto a contagem total de glóbulos brancos estiver reduzida (fase neutropênica);
-no máximo 2 meses para osteomielite (infecção óssea);
-7-14 dias para todas as outras infecções.
Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de
complicações tardias.
Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias.
-Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos: 10 - 14 dias para episódios de infecção
aguda de fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa.
-Antraz: 60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a
inalação de patógenos de antraz.
Efeitos da descontinuação do tratamento com cloridrato de ciprofloxacino: Se você quiser
interromper o tratamento com cloridrato de ciprofloxacino ou parar de tomá-lo antes do previsto
por se sentir melhor ou porque está sofrendo efeitos colaterais, fale antes com seu médico. Se
você parar de tomar cloridrato de ciprofloxacino sem antes falar com seu médico, as bactérias
que causaram a infecção poderão recomeçar a se reproduzir e sua condição poderá piorar
bastante, além das bactérias poderem se tornar resistentes ao medicamento.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Em caso de esquecimento da tomada de uma dose, esta deve ser tomada assim que o paciente se
lembrar. Não se deve tomar duas doses para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-
dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado funciona no organismo?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
O ciprofloxacino, componente ativo deste medicamento, pertence ao grupo das fluoroquinolonas.
As fluoroquinolonas bloqueiam determinadas enzimas de bactérias que têm um papel
fundamental no metabolismo e na reprodução bacteriana, matando as bactérias causadoras da
doença.
Como usar Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado? Qual a dose?
Resumo baseado na bula · CILOXAN
Tratamento de úlcera de córnea:
1. Primeiras 6 horas do 1º dia: aplique 2 gotas no(s) olho(s) afetado(s) a cada 15 minutos.
2. Restante do 1º dia: aplique 2 gotas no(s) olho(s) afetado(s) a cada 30 minutos.
3. Segundo dia: aplique 2 gotas no(s) olho(s) afetado(s) a cada 1 hora.
4. Do 3º ao 14º dia: aplique 2 gotas no(s) olho(s) afetado(s) a cada 4 horas.
O médico pode continuar o tratamento até que a superfície do olho (córnea) esteja completamente curada.
Tratamento de conjuntivite bacteriana:
1. Primeiros 2 dias: aplique 1 ou 2 gotas a cada 2 horas.
2. Próximos 5 dias: aplique 1 a 2 gotas a cada 4 horas.
Cuidados gerais:
- Feche bem o frasco depois de usar.
- Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
- Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Quem não deve usar Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
Não use cloridrato de ciprofloxacino nas seguintes situações:
-alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outro
derivado quinolônico ou a qualquer componente da fórmula (veja o item “Composição”). Sinais
de alergia podem incluir coceira, vermelhidão na pele, dificuldade para respirar ou inchaço das
mãos, garganta, boca ou pálpebra;
-uso concomitante de tizanidina (um relaxante muscular), porque isso pode causar efeitos
adversos como queda da pressão arterial e sonolência.
Quais os cuidados ao usar Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
Advertências e Precauções
Caso apresente qualquer uma destas condições descritas abaixo, durante o tratamento com
cloridrato de ciprofloxacino, informe seu médico imediatamente. O seu médico decidirá se o
tratamento com cloridrato de ciprofloxacino deverá ser interrompido.
Infecções graves e/ou infecções por bactérias anaeróbias ou Gram-positivas
Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias
anaeróbias, o cloridrato de ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a um antibiótico
apropriado.
Infecções por Streptococcus pneumoniae
O cloridrato de ciprofloxacino não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por
Streptococcus pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.
Infecções do trato genital
As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae
resistentes à fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência
de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.
Distúrbios cardíacos
O cloridrato de ciprofloxacino está associado a casos de prolongamento do intervalo QT (uma
alteração do eletrocardiograma). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que
prolonguem o intervalo QTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo em
comparação aos homens. Pacientes idosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos
associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar cloridrato de
ciprofloxacino junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo QT
(por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos
macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou
“torsades de pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo síndrome
congênita do QT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como
hipocalemia (baixo nível de potássio no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no
sangue) e doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia
(ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).
Hipersensibilidade
Em alguns casos, pode ocorrer reação alérgica grave ou súbita (reação/choque anafilático,
angioedema), mesmo com uma única dose, há uma pequena chance que você apresente reação
alérgica grave com os seguintes sintomas: aperto no peito, sensação de tontura, doente ou fraco,
ou sentir tonturas quando ficar de pé. Se isto ocorrer, informe imediatamente seu médico, pois o
tratamento com cloridrato de ciprofloxacino deverá ser interrompido. Em casos muito raros, pode
ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para respirar, podendo progredir para choque,
com risco para a vida, às vezes após a primeira administração. Nesses casos, pare imediatamente
o uso de cloridrato de ciprofloxacino e informe seu médico.
Sistema gastrintestinal
Se ocorrer diarreia durante o tratamento com cloridrato de ciprofloxacino, converse com seu
médico antes de tomar antidiarreicos.
Sistema hepatobiliar
Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida
têm sido relatados com cloridrato de ciprofloxacino. No caso de qualquer sinal e sintoma de
doença no fígado (como anorexia (diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da
pele), urina escura, prurido (coceira) ou abdômen tenso) pare imediatamente o uso de cloridrato
de ciprofloxacino e informe seu médico.
Pode ocorrer aumento temporário das enzimas do fígado (transaminases, fosfatase alcalina) ou
icterícia colestática (cor amarelada da pele decorrente de acúmulo de pigmentos biliares),
especialmente em pacientes que já apresentaram alguma doença no fígado, que forem tratados
com cloridrato de ciprofloxacino (veja o item “8. Quais os males que este medicamento pode me
causar? ”).
Miastenia grave
O cloridrato de ciprofloxacino deve ser usado com cautela em pacientes com miastenia grave
(doença muscular) porque os sintomas podem ser exacerbados.
Tendinite e ruptura de tendão
Podem ocorrer tendinite e ruptura do tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) com
cloridrato de ciprofloxacino, algumas vezes bilateral, inclusive nas primeiras 48 horas de
tratamento. Foram relatados casos até vários meses após o término do tratamento (veja o item
“Quais os males que este medicamento pode me causar? ”). O risco de doença nos tendões pode
estar aumentado em pacientes idosos, durante atividade física intensa, em pacientes tratados
concomitantemente com corticosteroides, em pacientes com insuficiência renal e pacientes com
transplante de órgãos sólidos.
Na suspeita de inflamação de tendão, o membro acometido deve ser colocado em repouso,
qualquer exercício físico inapropriado deve ser evitado, um médico deve ser consultado e o
tratamento com o antibiótico deve ser suspenso. O cloridrato de ciprofloxacino deve ser usado
com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão relacionados com tratamento
fluoroquinolônico.
Convulsões
O cloridrato de ciprofloxacino, assim como outros medicamentos da mesma classe, é conhecido
por desencadear convulsões ou diminuir o limiar convulsivo. Caso sofra de epilepsia, tendência a
convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo sanguíneo cerebral,
traumatismo craniano ou antecedente de derrame, cloridrato de ciprofloxacino deve ser
administrado somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses
pacientes correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central. Caso isto ocorra,
interrompa o uso de cloridrato de ciprofloxacino e informe imediatamente seu médico.
Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o
uso de cloridrato de ciprofloxacino e informe o médico.
Reações psiquiátricas
Podem ocorrer reações psiquiátricas já após a primeira administração de fluoroquinolonas,
incluindo ciprofloxacino. Em casos raros, depressão ou reações psicóticas podem evoluir para
ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, tais como tentativa de suicídio ou
suicídio (veja o item “Quais os males que este medicamento pode me causar? ”). Nesses casos
pare imediatamente o uso de cloridrato de ciprofloxacino e informe o médico.
Neuropatia periférica
Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensório-motora, resultando em
sensações cutâneas subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade
dos sentidos ou fraqueza em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo cloridrato de
ciprofloxacino. Caso você desenvolva sintomas neurológicos, tais como dor, queimação,
formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso de cloridrato de ciprofloxacino e
informe o médico.
Pele e anexos
O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar
a exposição direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV). Se aparecerem reações cutâneas
similares a queimaduras solares, pare imediatamente o uso de cloridrato de ciprofloxacino e
informe o médico.
Disglicemia
Assim como ocorre com todas as fluoroquinolonas, foram relatados distúrbios na glicemia,
incluindo hipoglicemia e hiperglicemia, com o uso de cloridrato de ciprofloxacino. Com
cloridrato de ciprofloxacino, a disglicemia ocorreu predominantemente em pacientes idosos com
diabetes que recebem tratamento concomitante com um hipoglicemiante oral (por exemplo,
sulfonilureia) ou com insulina. Caso você seja diabético, recomenda-se monitoramento cuidadoso
da glicemia (veja o item “Quais os males que este medicamento pode me causar? ”).
Informe que está utilizando cloridrato de ciprofloxacino, caso realize exame de sangue ou
urina.
Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou
algum sintoma ocular.
Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma (dilatação anormal de
artérias) e dissecção (lesão da parede do vaso) da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas,
particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após
avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em
pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com
aneurisma aórtico preexistente e/ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco
ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de
Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular (distúrbios hereditários do tecido conjuntivo),
arterite de Takayasu, arterite de células gigantes (doenças caracterizadas por inflamação das
artérias), doença de Behçet (doença que pode causar inflamação das artérias e formação de
aneurismas), hipertensão (pressão arterial elevada), aterosclerose conhecida (depósitos de gordura
nas paredes dos vasos com formação de placas, que estreitam a luz da artéria e dificultam a
passagem do sangue).
Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, consulte imediatamente um
médico.
-Gravidez e Lactação
Gravidez: Não é recomendado o uso de cloridrato de ciprofloxacino durante a gravidez. Estudos
realizados com animais não evidenciaram malformações do feto, porém não se pode excluir que o
medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos.
Informe seu médico se você estiver grávida ou desejar engravidar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
Lactação: Não é recomendado o uso de cloridrato de ciprofloxacino durante a amamentação,
pois o ciprofloxacino é excretado no leite materno e pode ser prejudicial para seu bebê, devido ao
risco de dano articular ao feto.
Crianças e adolescentes: Como ocorre com outros antibióticos fluoroquinolônicos, o
ciprofloxacino pode causar lesão nas articulações que suportam o peso em animais imaturos. Os
dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose cística não
evidenciaram lesão de articulação/cartilagem. Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no
caso específico descrito abaixo:
Dados atuais confirmam o uso de cloridrato de ciprofloxacino para o tratamento de infecção
aguda na fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a
17 anos. Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras
infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não deve ser usado para outras
infecções e em menores de 5 anos.
O cloridrato de ciprofloxacino pode ser usado por idosos na menor dose possível
estabelecida pelo médico.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas: As substâncias do tipo
fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente para
dirigir veículos e operar máquinas, devido a uma possível redução de atenção. Em caso de
dúvidas, consulte seu médico. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com bebidas
alcoólicas.
Quais os efeitos colaterais de Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
nem todas as pessoas as apresentem. Se você apresentar sintomas de hipersensibilidade (grave,
reação alérgica súbita) como coceira, erupção na pele, dificuldade em respirar ou inchaço nas
mãos, garganta, boca ou pálpebras, interrompa o tratamento com cloridrato de ciprofloxacino e
procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo.
A frequência é indicada da seguinte forma: muito comum (pode afetar mais de 10 pessoas),
comum (pode afetar até 1 em 10 pessoas), incomum (pode afetar até 1 em 100 pessoas), rara
(pode afetar até 1 em 1.000 pessoas), muito rara (pode afetar até 1 em 10.000 pessoas) e
desconhecida (frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Se qualquer uma dessas reações se tornar grave ou se você notar qualquer reação adversa não
mencionada nesta bula, informe seu médico ou farmacêutico.
Infecções e infestações
Reações incomuns: superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana
ou após esta).
Reações raras: colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito
raramente, com possível evolução fatal).
Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo
Reações incomuns: aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos
(eosinofilia).
Reações raras: redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos
chamados neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas
(trombocitopenia), aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente
das plaquetas no sangue (plaquetose).
Reações muito raras: aumento da destruição dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica),
redução de todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência
dos glóbulos brancos chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre
(agranulocitose), função da medula óssea reduzida (com possível risco para a vida).
Distúrbios imunológicos
Reações raras: reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.
Reações muito raras: reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto,
da laringe; dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com
risco para a vida) e reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre,
alergia, inchaço dos gânglios linfáticos, vermelhidão da pele e inchaço).
Distúrbios metabólicos e nutricionais
Reações incomuns: diminuição do apetite e da ingestão de alimentos.
Reações Raras: aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da
concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).
Distúrbios psiquiátricos
Reações incomuns: hiperatividade psicomotora/agitação.
Reações raras: confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e
alucinações.
Reações muito raras: reações psicóticas** potencialmente culminando em comportamentos
autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio.
Distúrbios do sistema nervoso
Reações incomuns: dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.
Reações raras: sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia,
disestesia), tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral
(hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).
Reações muito raras: enxaqueca, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da
sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor
cerebral).
Reações de frequência desconhecida: neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam
um ou vários nervos).
Distúrbios da visão
Reações raras: alterações da visão.
Reações muito raras: distorção visual das cores.
Distúrbios da audição e do labirinto
Reações raras: zumbido e perda da audição.
Reações muito raras: alterações da audição.
Distúrbios cardíacos
Reações raras: taquicardia (aumento da frequência cardíaca).
Reações de frequência desconhecida: alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do
intervalo QT, alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsades de pointes”* (uma
alteração específica do eletrocardiograma).
*Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercialização e foram
observadas predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do
intervalo QT (veja “O que devo saber antes de usar este medicamento”?).
Distúrbios vasculares
Reações raras: dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).
Reações muito raras: inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite).
Distúrbios respiratórios
Reações raras: falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.
Distúrbios gastrintestinais
Reações comuns: enjoo e diarreia.
Reações incomuns: vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.
Reações muito raras: pancreatite (inflamação do pâncreas).
Distúrbios hepatobiliares
Reações incomuns: aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.
Reações raras: comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da
pele) e hepatite (inflamação do fígado) não infecciosa.
Reações muito raras: morte das células do fígado que muito raramente evolui para insuficiência
hepática com risco para a vida.
Lesões da pele e do tecido subcutâneo
Reações incomuns: vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de
pele).
Reações Raras: sensibilidade à luz e formação de bolhas.
Reações muito raras: hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema
multiforme (lesões de pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação grave de pele caracterizada
por bolhas), com potencial risco para a vida, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de
pele, com potencial risco para a vida).
Reações de frequência desconhecida: pustulose exantemática generalizada aguda (reação cutânea
grave).
Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos
Reações incomuns: dor nas articulações.
Reações raras: dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e
cãibras.
Reações muito raras: fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite), rupturas de tendões
(predominantemente do tendão de Aquiles) e piora dos sintomas da miastenia grave (doença
muscular grave).
Distúrbios renais e urinários
Reações incomuns: alteração do funcionamento dos rins.
Reações raras: inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência renal (alteração da
função dos rins), presença de sangue e de cristais na urina.
Distúrbios gerais
Reações incomuns: dor inespecífica, mal-estar geral, febre.
Reações raras: inchaço, transpiração excessiva.
Reações muito raras: alterações do modo de andar.
Investigações
Reações incomuns: aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.
Reações raras: alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da
amilase (enzima que avalia a função do pâncreas).
Reações de frequência desconhecida: aumento da razão normalizada internacional (RNI) que
avalia a coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).
Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado interage com outros medicamentos?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
alterado se tomados com cloridrato de ciprofloxacino ou que podem influenciar o efeito de
cloridrato de ciprofloxacino. Fale com seu médico caso esteja tomando algum desses
medicamentos.
Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: cloridrato de ciprofloxacino,
como outros medicamentos da mesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado com cautela
em pacientes que estejam recebendo medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT
(por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos
macrolídeos, antipsicóticos).
Produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio: O uso simultâneo com antiácidos,
produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio (por exemplo, suplementos minerais)
reduz a absorção de ciprofloxacino. O mesmo acontece com sucralfato (usado para tratamento de
azia, indigestão ou úlcera no estômago ou intestino) ou antiácidos (usados para indigestão),
didanosina (usado no tratamento da AIDS), polímeros ligantes de fosfato, por exemplo,
sevelâmer e carbonato de lantânio (para diminuição dos níveis de fosfato em pacientes com
problemas nos rins), soluções nutrientes. Portanto cloridrato de ciprofloxacino deve ser tomado 1
a 2 horas antes ou não menos que 4 horas depois desses produtos. Esta restrição não inclui os
antiácidos bloqueadores de receptores H2 (por exemplo, cimetidina, ranitidina).
Bebidas e laticínios
Bebidas e laticínios enriquecidos com minerais, por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja
enriquecido com cálcio, devem ser evitados, pois podem reduzir a absorção de cloridrato de
ciprofloxacino. Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta
significativamente a absorção.
- probenecida
O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e probenecida (tratamento complementar de
infecções, por exemplo, gota) aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.
- metoclopramida
A metoclopramida (utilizada para náuseas e vômitos) acelera a absorção de ciprofloxacino, que
atinge a concentração máxima no sangue mais rapidamente que o usual.
- omeprazol
O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e omeprazol (utilizado para azia, indigestão,
úlceras no estômago ou intestino) pode levar a uma leve diminuição do efeito do ciprofloxacino.
- tizanidina
Não se deve administrar cloridrato de ciprofloxacino com tizanidina (relaxante muscular), pois
pode ocorrer um aumento indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue, associado aos
efeitos colaterais clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e
sonolência.
- teofilina
A teofilina (medicamento para a asma) quando usada em conjunto com o cloridrato de
ciprofloxacino pode ter sua concentração aumentada no sangue, o que favorece um aumento da
frequência dos efeitos indesejáveis induzidos pela teofilina. Em casos muito raros, esses efeitos
indesejáveis podem colocar a vida em risco ou ser fatais. Se o uso de ambos for inevitável, a
concentração de teofilina no sangue deve ser observada e a dose reduzida conforme a
necessidade.
- Outros derivados da xantina
Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e medicamentos contendo derivados da xantina, como
por exemplo, cafeína e pentoxifilina (oxpentifilina) (para distúrbios circulatórios), elevou a
concentração destas substâncias no sangue. Fale com seu médico.
- fenitoína
Em pacientes recebendo cloridrato de ciprofloxacino e fenitoína (antiepilético) ao mesmo tempo,
foi observado nível alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o
monitoramento da terapia com fenitoína, incluindo medições de concentração de fenitoína no
sangue, durante e imediatamente após a administração simultânea de cloridrato de ciprofloxacino
e fenitoína, para evitar a perda do controle de convulsões associadas aos níveis diminuídos de
O que fazer em caso de superdose de Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
cloridrato de ciprofloxacino é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos.
- metotrexato
O uso simultâneo com cloridrato de ciprofloxacino pode retardar a excreção do metotrexato
(imunossupressor usado para o tratamento de alguns tipos de câncer, psoríase e artrite
reumatoide), aumentando o nível sanguíneo deste.
Anti-inflamatórios não esteroides
Anti-inflamatórios não esteroides, por exemplo, o ibuprofeno (para dor, febre ou inflamação):
estudos em animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de fluoroquinolonas e
certos anti-inflamatórios não esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que
contêm ácido acetilsalicílico.
-ciclosporina
Observou-se em alguns casos aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que
avalia a função renal, ao se administrar cloridrato de ciprofloxacino simultaneamente com
ciclosporina (imunossupressor usado em doenças de pele, artrite reumatoide e transplante de
órgãos). Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas vezes por semana) a
concentração de creatinina.
Antagonistas da vitamina K
A administração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como
por exemplo, varfarina, acenocumarol, femprocumona, fluindiona, pode aumentar os efeitos
anticoagulantes destas. Fale com seu médico.
- duloxetina
O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e duloxetina (antidepressivo, dano ou
incontinência do nervo causado pela diabetes) pode levar a um aumento da duloxetina no sangue.
- ropinirol
No uso concomitante de cloridrato de ciprofloxacino com ropinirol (medicamento para doença de
Parkinson), seu médico deverá monitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de
ropinirol.
- lidocaína
No uso de cloridrato de ciprofloxacino com lidocaína (para doenças cardíacas e anestésico local),
podem ocorrer interações entre estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários.
- clozapina
A concentração de clozapina (antipsicótico, usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se
administrada junto com cloridrato de ciprofloxacino. Seu médico deverá monitorar e ajustar a
dose de clozapina apropriadamente durante e logo após a administração simultânea destas
substâncias.
-sildenafila
O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou
aumentar a concentração de sildenafila no sangue, por isso, seu médico deverá considerar os
riscos e benefícios ao recomendar o uso conjunto destas substâncias.
- agomelatina
Foi demonstrado em estudos clínicos que a fluvoxamina, potente inibidor da isoenzima 1A2 do
CYP450, aumentou a agomelatina (medicamento utilizado para depressão) no sangue. Apesar de
não haver dados clínicos disponíveis para uma possível interação com ciprofloxacino, inibidor
moderado da isoenzima 1A2 do CYP450, efeitos similares podem ser esperados na administração
concomitante.
- zolpidem
A coadministração do ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem
(medicamento utilizado para distúrbios do sono). O uso concomitante não é recomendado.
Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro
medicamento, inclusive aqueles adquiridos sem prescrição médica.
Interações com exames: O ciprofloxacino demonstrou em testes in vitro capacidade de interferir
no teste de cultura de um tipo de bactéria – Mycobacterium tuberculosis – causando resultado
falso negativo em pacientes fazendo uso de ciprofloxacino. Fale com seu médico ou laboratório
que você está tomando ciprofloxacino.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.
Como guardar Cloridrato de ciprofloxacino monoidratado?
Da bula oficial · cloridrato de ciprofloxacino
MEDICAMENTO?
CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30°C). PROTEGER DA LUZ E
UMIDADE.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características do medicamento: Comprimido oblongo formato ovalado com vinco de cor
branca a amarelada com revestimento de cor branca a amarelada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e
você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DOSAGEM
A dosagem geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:
Adultos: Dose diária recomendada de ciprofloxacino oral em adultos
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