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Bula simplificada

Bula de Estolato de eritromicina

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para ESTOLATO DE ERITROMICINA

Como Estolato de eritromicina funciona no organismo?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

Este medicamento apresenta ação bactericida, assim sendo destrói as bactérias causadoras do processo
infeccioso.

Quem não deve usar Estolato de eritromicina?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

Estolato de eritromicina_bula_paciente 2
Este medicamento é contraindicado a pacientes hipersensíveis ao estolato de eritromicina ou qualquer
componente da formulação. Este medicamento é contraindicado para pacientes com doença no fígado já
conhecida.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.

Quais os cuidados ao usar Estolato de eritromicina?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

Advertências e precauções
Pode ocorrer mal funcionamento do fígado com ou sem icterícia (amarelamento da pele e mucosas),
principalmente em adultos, relacionada com a administração do estolato de eritromicina. Pode estar
acompanhada de mal-estar, enjoo, vômito, cólica abdominal e febre. Em alguns casos, a dor abdominal é tão
grave que pode fazer com que seja necessário que o paciente procure um pronto-socorro. Quando ocorrer um
quadro semelhante, a medicação deve ser descontinuada imediatamente. Em vista da eritromicina ser
principalmente excretada pelo fígado, devem ser tomadas precauções na administração do antibiótico a pacientes
com mal funcionamento do fígado. A administração do estolato de eritromicina tem sido associada com a
ocorrência infrequente de hepatite colestática. Os achados de laboratórios têm sido caracterizados por valores de
função hepática anormais, eosinofilia e leucocitose e também aumento das transaminases hepáticas. Os sintomas
podem incluir: mal-estar, náuseas, vômitos, cólica abdominal e febre. A icterícia pode ou não estar presente. Em
alguns casos, a dor abdominal intensa poderá simular a dor de cólica biliar, pancreatite, úlcera perfurada ou um
problema de abdômen agudo cirúrgico. Em outros casos, sintomas clínicos e resultados dos testes de função
hepática têm-se assemelhado a um quadro de icterícia obstrutiva extra-hepática; se os achados acima ocorrerem,
deve-se descontinuar a medicação imediatamente. Em alguns casos, os sintomas iniciais podem aparecer após
alguns dias de tratamento, mas geralmente estes sintomas só aparecem após uma ou duas semanas de tratamento
contínuo. Os sintomas reaparecem rapidamente, geralmente 48 horas após a droga ser readministrada a pacientes
sensíveis. A síndrome, que parece resultar de uma forma de sensibilização, ocorre principalmente em adultos e
tem sido reversível quando a medicação é interrompida. Colite pseudomembranosa tem sido relatada com todo
antibiótico de largo espectro, incluindo estolato de eritromicina, podendo variar de leve a gravíssima. Portanto, é
importante considerar este diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia após a administração de drogas
antibacterianas. Casos leves de colite pseudomembranosa usualmente respondem com a interrupção da droga.
Nos casos moderados a graves, medidas apropriadas devem ser tomadas. Rabdomiólise com ou sem
insuficiência renal foi reportada em pacientes recebendo eritromicina concomitantemente com inibidores da
HMG-CoA redutase tais como lovastatina e sinvastatina. Portanto, pacientes recebendo inibidores da HMG-CoA
redutase e eritromicina concomitantemente devem ser cuidadosamente monitorados para os níveis de creatinina
quinase e transaminase sérica.
Gravidez
Há vários relatos de estenose pilórica hipertrófica infantil em recém-nascidos recebendo vários medicamentos
contendo eritromicina, incluindo estolato de eritromicina. A eritromicina deve ser usada com cuidado nos três
primeiros meses de vida.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência de seu tratamento ou após o seu término.
Informe se está amamentando. Estudos de dois anos, efetuados em ratos com doses orais de eritromicina, não
demonstraram evidência de formação de tumores ou mutagenicidade.
Foram efetuados estudos de reprodução em ratos, camundongos e coelhos usando eritromicina e seus vários sais
e ésteres em doses equivalentes a várias vezes a dose usual humana. Nenhuma evidência de danos à fertilidade
ou aos fetos relacionada com a eritromicina foi relatada nestes estudos. Contudo, não há estudos adequados e
bem controlados em mulheres grávidas. Devido os estudos de reprodução em animais nem sempre predizerem a
resposta em humanos, essa droga só deve ser usada durante a gravidez se absolutamente necessária. O efeito do
estolato de eritromicina no parto é desconhecido.
Amamentação
A eritromicina é excretada no leite materno; portanto, deve-se ter cuidado ao administrar essa droga a mulheres
que estejam amamentando. Teste de laboratório: a eritromicina pode interferir com as determinações das
transaminases (TGO e TGP), se forem usadas colorações colorimétricas com difenilhidrasina ou violeta B.
Interfere também com a determinação fluorométrica de catecolaminas na urina. O tratamento com lincomicina
ou clindamicina deve ser evitado em infecções devidas a micro-organismos resistentes à eritromicina. Não
ingerir bebidas alcoólicas enquanto estiver sob tratamento com eritromicina.

Estolato de eritromicina_bula_paciente 3
Idosos
Não existem indicações especiais de uso para pacientes idosos.

Quais os efeitos colaterais de Estolato de eritromicina?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

de eritromicina são as gastrointestinais (por ex.: cólica abdominal e mal-estar) e estão relacionadas com a dose.
Náuseas, vômitos e diarreia ocorrem em baixa frequência com as doses orais usuais. O início de sintomas de
colite pseudomembranosa pode ocorrer durante ou após o tratamento antibiótico (vide Advertências). Durante o
tratamento prolongado ou repetido, há possibilidade de superinfecção por bactérias não sensíveis ou fungos.
Nestes casos, a medicação deverá ser suspensa e instituída terapêutica adequada. Tem ocorrido reações alérgicas
leves, tais como urticária e outras erupções cutâneas. Têm sido relatadas reações alérgicas graves, incluindo
anafilaxia. Há relatos isolados da ocorrência de perda de audição e/ou zumbido em pacientes recebendo
eritromicina. O efeito ototóxico da substância é usualmente reversível com a interrupção. Contudo, em raras
ocasiões, envolvendo a administração intravenosa, o efeito ototóxico foi irreversível. O efeito ototóxico ocorre
principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática e em pacientes recebendo altas doses de
eritromicina. Raramente, a eritromicina foi associada com a ocorrência de arritmia ventricular, incluindo
taquicardia ventricular torsade des pointes, em indivíduos com intervalos QT prolongados. Há vários relatos de
estenose pilórica hipertrófica infantil em recém-nascidos recebendo vários medicamentos contendo eritromicina,
incluindo estolato de eritromicina. A eritromicina deve ser usada com cuidado nos três primeiros meses de vida.
(vide Gravidez).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?

Estolato de eritromicina interage com outros medicamentos?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

Uma vez que a probenecida inibe a reabsorção tubular da eritromicina em animais, a manutenção dos níveis
plasmáticos é prolongada. Foi demonstrado antagonismo entre a clindamicina e eritromicina. O uso de
eritromicina em pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina pode estar associado a um aumento dos
níveis séricos e do potencial de toxicidade da teofilina. No caso de toxicidade e/ou níveis séricos elevados de
teofilina, a dose desta droga deve ser reduzida, enquanto o paciente estiver recebendo o tratamento concomitante
com eritromicina. Foi relatado que a administração concomitante de eritromicina e digoxina resultou em
elevados níveis séricos de digoxina. Houve relatos de aumento dos efeitos anticoagulantes quando a eritromicina
foi usada junto com os anticoagulantes orais. O aumento dos efeitos anticoagulantes, devido a essa interação de
drogas, podem ser mais intensos nos idosos. O uso concomitante de eritromicina e ergotamina ou
dihidroergotamina foi associado em alguns pacientes com toxicidade aguda do ergot, caracterizada por grave
fechamento dos vasos periféricos e alteração de sensibilidade em mãos e pés. Tem sido reportado que a
eritromicina diminui a eliminação renal do triazolam e do midazolam, podendo aumentar os efeitos
farmacológicos desses benzodiazepínicos. O uso de eritromicina em pacientes que estejam tomando
concomitantemente drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P450 pode estar associado com elevações dos
níveis sanguíneos destas drogas. Há relatos de elevações de concentrações séricas das seguintes drogas, quando
administradas concomitantemente com a eritromicina: carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitoína,
alfentanil, disopiramida, bromocriptina e inibidores da HMG-CoA redutase tais como sinvastatina e lovastatina.
As concentrações sanguíneas destas e de outras drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P450 devem ser
monitoradas cuidadosamente nos pacientes que estejam recebendo eritromicina.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

O que fazer em caso de superdose de Estolato de eritromicina?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

e diarreia. A gravidade da dor abdominal e da diarreia está relacionada com a dose. Foi relatada a ocorrência de
inflamação aguda, leve e reversível do pâncreas, especialmente em pacientes com mal funcionamento dos rins ou

Como guardar Estolato de eritromicina?

Da bula oficial · ESTOLATO DE ERITROMICINA

Você deve manter este medicamento em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C), em lugar seco, fresco e ao
abrigo da luz. Nestas condições o prazo de validade é de 24 meses a contar da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Estolato de eritromicina apresenta-se na forma de um comprimido simples, oblongo, branco, não sulcado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Tomar 1 comprimido a cada 12 horas ou dose maior a critério médico, na dependência da gravidade da infecção.
A duração do tratamento deve ser determinada a critério médico dependendo da indicação e da resposta
individual ao tratamento. Quando indicado, devem ser feitas incisões e drenagem ou outros procedimentos
cirúrgicos em conjunto com a terapia antibiótica. A atividade antibacteriana da eritromicina é maior em meio
alcalino do que neutro ou ácido. Vários investigadores têm recomendado a administração concomitante de
agentes urinários alcalinizantes, tal como bicarbonato de sódio, quando a eritromicina é prescrita para o
tratamento de infecções urinárias.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome-o assim que puder. Se for quase hora da próxima dose,
espere até lá para tomar o remédio e pule a dose esquecida. Não use medicamento extra para compensar uma
dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O uso de eritromicina envolve um risco de hepatotoxicidade (hepatite colestática) com ou sem o aparecimento de
icterícia, quando em uso por mais de 10 dias, que o contraindica para pacientes com perturbação da função

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hepática. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: mal-estar, náusea, vômito,
diarreia e/ou cólica abdominal. Tem ocorrido insuficiência hepática com ou sem icterícia, principalmente em

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