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Bula simplificada

Bula de Glicose

Resumo estruturado baseado na bula oficial registrada na Anvisa.

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Bula oficial em PDF · Paciente

Documento registrado na Anvisa para SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

Como Glicose funciona no organismo?

Da bula oficial · SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

As propriedades farmacodinâmicas da solução Glicofisiológica são aquelas dos seus componentes (sódio,
cloreto e glicose).
Os íons de sódio circulam através da membrana celular por meio de vários mecanismos de transporte, dentre
eles a bomba de sódio (Na–K–ATPase). O sódio também desempenha importante papel na neurotransmissão,
na eletrofisiológica cardíaca e no metabolismo renal.
O cloreto é principalmente um ânion extracelular. O cloreto intracelular está em concentração elevada nas
células vermelhas do sangue e na parede do estômago. A reabsorção de cloreto segue a reabsorção de sódio.
A glicose é a principal fonte de energia no metabolismo celular.

Como usar Glicose? Qual a dose?

Resumo baseado na bula · DRAMIN B6 DL

A forma de administração de medicamentos à base de dimenidrinato e cloridrato de piridoxina varia de acordo com a idade, o peso do paciente, a indicação e a forma farmacêutica utilizada. Esta classe é comumente administrada por via injetável ou oral, devendo as aplicações injetáveis ser realizadas por um profissional de saúde capacitado. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.

Quem não deve usar Glicose?

Da bula oficial · SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

Você não deve usar este medicamento se você apresentar: hipersensibilidade ao produto ou hiperglicemia
clinicamente significativa (aumento de glicose no sangue).
Atenção: contém 50 mg de glicose monoidratda (tipo de açúcar)/mL.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento contém 3,54 mg de sódio/mL. Se você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma
medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este medicamento.

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Quais os cuidados ao usar Glicose?

Da bula oficial · SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

Reações de hipersensibilidade
Reações de hipersensibilidade incluindo anafilaxia (reações alérgicas) foram relatadas com o uso da solução
glicofisiológica.
Deve-se parar imediatamente a infusão em casos de aparecimento de sinais ou sintomas de hipersensibilidade.
Deve ser iniciado tratamento de suporte adequado, de acordo com os sintomas e sinais clínicos.
Soluções contendo glicose devem ser usadas com precaução em pacientes com alergia conhecida a milho ou a
produtos contendo milho.
Hipocalemia (baixa concentração de potássio no sangue)
A infusão de soluções com solução glicofisiológica pode resultar em hipocalemia. A solução glicofisiológica
deve ser usada com cuidado especial em pacientes com ou em risco de hipocalemia, monitoramento clínico pode
ser garantido, em casos de:
- Pacientes com alcalose metabólica (pH do sangue elevado);
- Pacientes com paralisia tireotóxica periódica (fraqueza muscular temporária) a administração com glicose
intravenosa tem sido associada no agravamento de hipocalemia;
- Pacientes com aumento de perdas gastrointestinais (por exemplo: diarreia, vômito);
- Dieta prolongada baixa de potássio;
- Pacientes com hiperaldosteronismo primário (excesso de aldosterona);
- Pacientes tratados com medicamentos que aumentam o risco de hipocalemia (por exemplo: diuréticos,
agonista de beta-2 ou insulina).
Uso em pacientes com risco de retenção de sódio, fluidos ou inchaço
Solução glicofisiológica deve ser usada com cuidado especial em pacientes com ou em risco de:
- Hipernatremia (alta concentração de sódio no sangue);
- Hipercloremia (alta concentração de cloro no sangue);
- Acidose metabólica (pH do sangue diminuído);
- Hipervolemia (aumento do volume de sangue);
- Condições que podem causar retenção de sódio sobrecarga de fluidos ou inchaço (central e periférico), como
em pacientes com: Hiperaldosteronismo primário e hiperaldosteronismo secundário associado a por exemplo:
hipertensão (aumento da pressão arterial), insuficiência cardíaca congestiva, doença hepática (incluindo
cirrose), doença renal (incluindo estenose da artéria renal, nefroesclerose) ou pré-eclâmpsia (aumento da
pressão arterial durante a gestação).
- Medicamentos que podem aumentar o risco de retenção de sódio e líquidos, tais como corticosteroides.
Risco de hiperosmolaridade, eletrólitos no soro e desequilíbrio hídrico
Dependendo do volume e taxa de infusão, da condição clínica do paciente e a capacidade de metabolizar a
glicose, a administração intravenosa de solução glicofisiológica pode causar:
- Hiperosmolaridade, diurese osmótica e desidratação;
- Alterações dos eletrólitos como: hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue), hipocalemia (baixa
concentração de potássio no sangue), hipofosfatemia (baixa concentração de fosfato no sangue) e hipomagnesia
(baixa concentração de magnésio do sangue);
- Desequilíbrio ácido-base;
- Hidratação excessiva, por exemplo, estado de congestão pulmonar incluindo inchaço central e periférico;
- Aumento na concentração de glicose no soro está associado com aumento da pressão osmótica no soro.
Diurese osmótica associada com hiperglicemia pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de
desidratação e perdas de eletrólitos.
Uso em paciente com risco de desequilíbrio de sódio
As infusões intravenosas de glicose são geralmente soluções isotônicas. No corpo, no entanto, fluidos contendo
glicose podem se tornar fisiologicamente extremamente hipotônicos devido à rápida metabolização da glicose.
A monitorização do sódio sérico é particularmente importante para fluidos hipotônicos. A solução
glicofisiológica tem uma osmolaridade de 560 mOsm/L.
Dependendo da tonicidade da solução, do volume e da taxa de infusão, e dependendo da condição clínica

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subjacente do paciente e da capacidade de metabolizar glicose, a administração intravenosa de glicose pode
causar distúrbios eletrolíticos, o mais importante, hiponatremia hiperosmótica ou hiposmótica.
Deve-se utilizar infusão de alto volume sob monitorização específica em pacientes com insuficiência cardíaca
ou pulmonar, e em pacientes com liberação de vasopressina não osmótica (incluindo SIHAD), devido ao risco
de hiponatremia hospitalar.
Solução glicofisiológica deve ser administrada com cuidado especial em pacientes com ou em risco
aumentado de hiponatremia, por exemplo, em crianças, pacientes idosos, mulheres, pós-operatório e em
pacientes com polidipsia psicogênica.
Avaliações clínicas e medidas periódicas laboratoriais podem ser necessárias para monitorar alterações no
equilíbrio líquido, concentrações de eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada
ou sempre que a condição do paciente ou a taxa de administração justificar tal evolução.
Hiperglicemia
A rápida administração de solução de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e síndrome hiperosmolar.
Para evitar hiperglicemia a taxa de infusão não deve exceder a capacidade de uso de glicose no paciente.
Para reduzir o risco de complicações associadas a hiperglicemia, a taxa de infusão deve ser ajustada e/ou insulina
administrada, se os níveisde glicose no sangue exceder níveis considerados aceitáveis para o paciente.
Solução glicofisiológica deve ser administrada com precauções em pacientes com:
- Tolerância diminuída a glicose como: diabetes mellitus, disfunção renal, ou na presença de sepsia, trauma ou
choque;
- Desnutrição grave (risco de precipitar uma síndrome de realimentação);
- Deficiência em tiamina, em pacientes com alcoolismo crônico (risco de acidose lática grave devido ao
metabolismo oxidativo prejudicado de piruvato);
- Distúrbios de hídricos e eletrólitos podem ser agravados devido ao aumento da glicose e/ou carga de água
livre.
Outros grupos de pacientes nos quais a solução glicofisiológica deve ser administrado com precauções
incluem:
- Pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico. Hiperglicemia tem sido implicado ao aumento de dano
cerebral isquêmico prejudicando a recuperação após acidentes vasculares cerebrais isquêmicos agudos.
- Pacientes com traumatismo craniano grave (em particular durante as primeiras 24 horas após o trauma).
Hiperglicemia precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com traumatismo craniano grave.
- Recém-nascidos (Ver questões relacionadas à glicemia pediátrica).
A administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia associada pode resultar na diminuição da
taxa de secreção de insulina estimulada por glicose.
Síndrome de realimentação
A realimentação em pacientes gravemente subnutridos pode resultar na síndrome da realimentação, que é
caracterizado pelo deslocamento de potássio, fosforo, magnésio e intracelularmente o paciente torna-se
anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem desenvolver. Monitorização
cuidadosa e lentamente com o aumento de ingestão de nutrientes, evitando excessos alimentares podem
prevenir essas complicações.
Uso em pacientes com ou em risco de insuficiência renal grave
Solução glicofisiológica deve ser administrada com cuidado especial em pacientes com ou em risco de
deficiência renal grave. Nesses pacientes a administração de solução glicofisiológica pode resultar na retenção de
sódio e/ou excesso de fluidos
Uso por crianças
A taxa de infusão e o volume dependem da idade, peso, condições clínicas e metabólicas do paciente, terapia
concomitante e devem ser determinados por um médico com experiência em fluidoterapia intravenosa
pediátrica.
Os recém-nascidos, especialmente aqueles nascidos prematuros e com baixo peso ao nascer, estão em maior
risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicose no sangue) e, portanto, precisam
de um acompanhamento rigoroso durante o tratamento com soluções de glicose por via intravenosa para garantir
o controle glicêmico adequado a fim de evitar possíveis efeitos adversos a longo-prazo.

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A hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue) no recém-nascido pode causar convulsões prolongadas,
coma e danos cerebrais. Hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) tem sido associada com hemorragia
intraventricular, infecção por bactéria e por fungo de início tardio, retinopatia (doença da retina) da
prematuridade, enterocolite (inflamação do intestino) necrosante, displasia broncopulmonar (crescimento
anormal dos brônquios e pulmão), prolongamento do tempo de internação e morte.
Hiponatremia pediátrica: Crianças (incluindo recém-nascido e crianças com mais idade) estão em maior risco
de desenvolvimento de hiponatremia, bem como para o desenvolvimento de encefalopatia hiponatrêmica. A
hiponatremia aguda pode causar encefalopatia hiponatrêmica aguda (edema cerebral) caracterizada por dor de
cabeça, náusea, convulsões, letargia e vômito. Pacientes com edema cerebral apresentam risco particular de
lesão cerebral grave, irreversível e com risco de vida. Concentrações de eletrólitos de plasma devem ser
cuidadosamente monitorizadas na população pediátrica. A rápida correção de hiponatremia é potencialmente
perigosa (risco de complicações neurológicas graves). A dosagem, a taxa e a duração daadministração devem
ser determinadas por um médico experiente terapia de fluido intravenoso.

Quais os efeitos colaterais de Glicose?

Da bula oficial · SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

DISTÚRBIOS DO SISTEMA IMUNITÁRIO: Reação anafilática e hipersensibilidade
METABOLISMO E TRANSTORNOS NUTRICIONAIS: hipernatremia e hiperglicemia.
TRANSTORNOS VASCULARES: Flebite
TRANSTORNOS DA PELE E DOS TECIDOS SUBCUTÂNEOS: erupção cutânea e prurido
DESORDENS GERAIS E CONDIÇÕES DO LOCAL DE ADMINISTRAÇÃO: Reações no local de injeção
incluindo, dor no local de infusão, vesículas no local de injeção, arrepios e pirexia

Glicose interage com outros medicamentos?

Resumo baseado na bula · DRAMIN B6 DL

Medicamentos à base de dimenidrinato e cloridrato de piridoxina podem interagir com diversas substâncias. Entre as principais interações conhecidas para essa classe estão o consumo de bebida alcoólica e o uso concomitante de outros depressores do sistema nervoso central, como tranquilizantes e sedativos, o que pode potencializar a sonolência e a redução dos reflexos. Além disso, medicamentos com efeitos anticolinérgicos (como certos antidepressivos) e inibidores da MAO podem aumentar o risco de reações adversas, incluindo boca seca e retenção urinária. A piridoxina também pode interagir com tratamentos específicos, como a levodopa. Informar o profissional de saúde sobre todas as substâncias em uso é fundamental para a sua segurança. Consulte a bula oficial e um profissional de saúde antes de usar.

O que fazer em caso de superdose de Glicose?

Da bula oficial · SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

VP
Solução
glicofisiológica
500mL
30/09/2021 3863407/21-1
10454- ESPECIFICO –
Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC
60/12
O que devo saber antes de usar este

Como guardar Glicose?

Da bula oficial · SOLUÇÃO GLICOFISIOLÓGICA

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser minimizada. Armazenar em temperatura ambiente
(de 15°C a 30 °C).
O prazo de validade deste produto é de 24 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Solução glicofisiológica é uma solução límpida, estéril e apirogênica.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A solução glicofisiológica é para infusão intravenosa.
A solução glicofisiológica possui osmolaridade de 560 mOsmol/L.
Soluções hiperosmolares podem causar irritação venosa e flebite. Assim, recomenda-se que quaisquer soluções
hiperosmolares sejam administradas através de uma grande veia central, para rápida diluição da solução
hipertônica.
A escolha das concentrações específicas de cloreto de sódio e glicose, dosagem, volume, taxa e duração da
administração depende da idade, peso e condição clínica do paciente e terapia concomitante, e a administração
deve ser determinada por um médico. Para pacientes com anormalidades eletrolíticas e glicêmicas e para
pacientes pediátricos, consulte um médico com experiência em fluidoterapia intravenosa.
A correção rápida da hiponatremia e hipernatremia é potencialmente perigosa (risco de complicações
neurológicas graves). A dosagem, a taxa e a duração da administração devem ser determinadas por um médico
com experiência em fluidoterapia intravenosa.
Um aumento gradual da taxa de fluxo deve ser considerado ao iniciar a administração de produtos contendo

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glicose.
Suplementação eletrolítica pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.
Ao introduzir aditivos na solução glicofisiológica, as instruções de uso do medicamento a ser adicionado e
outras publicações relevantes devem ser consultadas.
Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas e descoloração antes da
administração, sempre que a solução e o recipiente permitirem. Não administre a menos que a solução esteja
limpa e a vedação esteja intacta.
O uso de um filtro em linha é recomendado durante a administração de todas as soluções parenterais, sempre
que possível.
Modo de usar
- Aditivos conhecidos ou determinados como incompatíveis não devem ser utilizados.
- Antes de adicionar uma substância ou medicamento, verifique se é solúvel e / ou estável em solução
glicofisiológica e se o pH da solução glicofisiológica é apropriado.
- As instruções de uso do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas.
- Ao introduzir aditivos a técnica asséptica deve ser utilizada.
- Após a adição, verifique uma possível mudança de cor e / ou o aparecimento de precipitados, complexos
insolúveis ou cristais.
- Misture bem a solução quando os aditivos tiverem sido introduzidos.
- Não armazene soluções contendo aditivos.
- Apenas para uso único.
- Descarte qualquer porção não usada.
NÃO PERFURAR A EMBALAGEM, POIS HÁ COMPROMETIMENTO DA ESTERILIDADE DO
PRODUTO E RISCO DE CONTAMINAÇÃO.
Para abrir:
Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para
baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes
e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada
devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade
irá diminuir gradualmente.
Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza. Se for observado
vazamento de solução descartar a embalagem, pois a sua esterilidade pode estar comprometida. Verificar
também a limpidez e a ausência de partículas estranhas na bolsa. Se a solução não estiver límpida ou houver
partículas estranhas, descartar a solução.
No preparo e administração das Soluções Parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de
Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a: desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização
das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das
linhas de infusão.
Preparação para Administração:
Usar material esterilizado para preparação e administração.
1- Remover o protetor do tubo de saída da solução no fundo da embalagem;
2- Fazer a assepsia da embalagem primária utilizando álcool 70%;
3- Suspender a embalagem pela alça de sustentação;
4- Conectar o equipo de infusão da solução. Consultar as instruções de uso do equipo;
5- Administrar a solução, por gotejamento contínuo, conforme prescrição médica.

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Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a solução
cloreto de sódio 0,9% para administração.
Para adição de medicamentos:
Atenção: Aditivos podem ser incompatíveis. Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução
e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos.
Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração
de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.
Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
1- Preparar o sítio de injeção fazendo sua assepsia;
2- Utilizar uma seringa com agulha estéril de calibre 19 a 22ga para perfurar o sítio próprio para administração
de medicamentos e injetar o medicamento na solução parenteral.
3- Misturar o medicamento completamente na solução parenteral.
4- Pós liofilizados devem ser reconstituídos/suspendidos no diluente estéril e apirogênico adequado antes de
ser adicionados à solução parenteral.
Atenção: não armazenar as bolsas contendo medicamentos aditivos.
Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
1- Fechar a pinça do equipo de infusão;
2- Preparar o sítio próprio para administração de medicamentos, fazendo sua assepsia;
3- Utilizar seringa com agulha estéril de calibre 19 a 22 ga para perfurar o sítio e adicionar o medicamento na
solução parenteral;
4- Misturar o medicamento completamente na solução parenteral;
5- Prosseguir a administração.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

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7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

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